CONCEITOS E CARACTERÍSTICAS

Testes rápidos para a detecção de anticorpos anti-HIV são testes de triagem que produzem resultados em, no máximo, 30 minutos. Existem atualmente no mercado diversos testes rápidos disponíveis, produzidos por vários fabricantes e que utilizam diferentes princípios técnicos. Geralmente os testes rápidos apresentam metodologia simples, utilizando antígenos virais fixados em um suporte sólido (membranas de celulose ou nylon, látex, micropartículas ou cartelas plásticas) e são acondicionados em embalagens individualizadas, permitindo a testagem individual das amostras.

Esses testes, que foram inicialmente desenvolvidos no final da década de 80, ganharam maior popularidade a partir do começo dos anos 90. A medida que as tecnologias de desenvolvimento e produção de kits foram se tornando mais refinadas, os testes rápidos revelaram ser tão acurados quanto os ELISA convencionais. Hoje, os testes rápidos em geral apresentam sensibilidade e especificidade similares aos ELISA de terceira geração, sendo que em populações com baixa prevalência para o HIV, a proporção de resultados falso-positivos pode ser maior.

Conforme citado nas Portarias 008/96 e 488/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária, somente conjuntos diagnósticos com registro da Vigilância Sanitária e submetidos a testes de análise prévia poderão ser comercializados no País. Os testes rápidos deverão ser realizados por profissionais de saúde devidamente capacitados e o sistema submetido a controle de qualidade, como é feito para os laboratórios que realizam a sorologia convencional. Os resultados não reagentes nos testes rápidos devem ser comunicados por profissionais devidamente treinados, que informem ao indivíduo sobre as limitações do teste. Resultados reagentes nesses testes devem ser obrigatoriamente submetidos a testes confirmatórios antes de serem entregues aos pacientes.

INDICAÇÕES GERAIS PARA USO

Tendo em vista as características gerais dos testes rápidos, os mesmos podem ser indicados como testes de triagem para o diagnóstico da infecção pelo HIV, triagem de doadores em bancos de sangue e de outros tecidos biológicos e também para fins de se tomar uma decisão terapêutica em situações de emergência específicas.

Nas duas primeiras situações, conforme recomendado no fluxograma de testagem para diagnóstico da infecção pelo HIV do Ministério da Saúde, o teste rápido pode substituir o teste ELISA convencional na etapa de triagem sorológica inicial para infecção pelo HIV, quando as facilidades metodológicas dos testes rápidos compensem a ausência de uma estrutura laboratorial mais complexa ou de custo mais elevado.

Porém, a grande utilidade dos testes rápidos encontram-se em algumas situações de emergência, onde o seu uso não é dirigido primariamente para fins diagnósticos e sim para ocasiões onde existe a necessidade de se avaliar e decidir rapidamente sobre a utilização de profilaxia medicamentosa para a infecção pelo HIV. Isso ocorre principalmente nos casos de profissionais de saúde que tenham tido exposição ocupacional de risco ou de gestantes prestes a entrar em trabalho de parto, ou já em trabalho de parto, e que não tenham sido testadas para o HIV no pré-natal (ou cujo resultado não esteja disponível). Nessas situações, os testes rápidos se mostram convenientes para se indicar um tratamento profilático em tempo hábil e com boa relação de custo-efetividade, justificando assim o seu uso. Tendo em vista que não se trata de um exame com fim diagnóstico e que o resultado é considerado como provisório, pode ser aceito a realização de um único teste rápido para se tomar uma decisão terapêutica de emergência. Nesse caso é imprescindível que a amostra reagente ou o paciente sejam encaminhados o mais rápido possível, e em caráter prioritário, para realização de testes confirmatórios.

Outras recomendações são indicadas ao uso do teste rápido, um refere-se a exposição ocupacional de profissionais da sáude que por alguma eventualidade foram expostos aos risco de contaminação; outro tem referência a transmissão vertical em gestantes, principal via de infecção pelo HIV na população infantil é a transmissão perinatal, e que diversos estudos realizados até o momento demonstraram uma redução importante da transmissão vertical (50 a 70%) com o uso de zidovudina na gestação, no parto e no recém-nascido, a garantia do acesso ao acompanhamento pré-natal e aos testes para diagnóstico do HIV a todas as gestantes durante este período é altamente recomendável.

Texto referência:Unidade de Assistência, Unidade de Laboratório e Rede de Direitos Humanos da Coordenação Nacional de DST/Aids Ministério da Saúde

CTA - OURO VERDE

Como é histórico a Cidade de Campinas sempre foi pioneira no uso de novas tecnologias e avanços no tratamento para o vírus HIV, assim também torna-se referência para o diagnóstico rápido.Assim temos disponoibilizado no Complexo Hospitalar Ouro Verde, uma unidade do CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento, mais uma Unidade do SUS Campinas/Programa Municipal DST AIDS.

Este CTA aberto a todos que desejam saber mais sobre doenças sexualmente transmissíveis ( DST AIDS ) e fazer o teste para HIV, além do teste para Sífilis e Hepatites virais.

O teste é a combinação de 2 ou 3 testes para detectar o vírus da AIDS, feitos de forma fácil e com resultado entregue no máximo até 1 hora e 30 minutos depois.

Você pode obter mais informações pelo telefone (19) 3226.7475, ou ir até o Complexo Hospitalar Ouro Verde, localizado na Avenida Ruy Rodrigues, 3434 , jardim Santa Letícia, Campinas, São Paulo.

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fachada CTA Ouro Verde

Hospital Ouro Verde

fachada CTA Ouro Verde

CTA - Ouro Verde

Visita Grupo da Amizade ao CTA

Ana Robin,Heloisa,Miro

Dr. Vicente Pizzanni

Dr.Vicente Pizzani e equipe

equipe de trabalho

equipe de aconselhamento

Eventos Públicos

Equipe Etinerante

equipe de trabalho

coleta de sangue - teste rápido

Faça uso do preservativo ! PENSE NISSO !